Social Icons

domingo, 19 de fevereiro de 2012

"Haitianos em Manaus"

Bom dia queridos amigos do meio ambiente!!

Depois de um pequeno recesso de começo de ano, voltamos a todo vapor com as atividades do Blog do INSTITUTO IRMANAR.

Hoje, trataremos de um assunto dissertado no site da UFAM: http://portal.ufam.edu.br/index.php/todas-as-noticias/2960-ace-haitianos-em-manaus
sobre a vinda de um grande numero de Haitianos para Manaus, e o trabalho realizado pela UFAM com eles.

Nós do Instituto Irmanar gostamos muito da matéria, e resolvemos abrir um espaço em nosso blog para ela, já que os objetivos do Instituto são: Educação e preservação ambiental, Responsabilidade e inclusão social e MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA, tanto humana, quanto animal e vegetal.

Atenciosamente,

Instituto Irmanar.

A Atividade Curricular de Extensão (ACE) “Haitianos em Manaus”, coordenada pelo professor Sidney Antônio da Silva, do departamento de Antropologia da UFAM, e subcoordenado pelas professoras Maria Magela Mafra, do departamento de Serviço Social, e Maria Regina Marinho, do departamento de Letras e Literaturas Estrangeiras, teve como objetivos realizar o levantamento sociodemográfico dos imigrantes haitianos nos bairros de São Geraldo e São Raimundo, conhecer a situação acadêmica dos jovens que pretendem prosseguir  com os estudos, tendo em vista a possibilidade de ingresso em cursos da UFAM, e realizar acompanhamento sistematizado dos grupos de haitianos espalhados, por vários pontos da cidade, com a finalidade de contribuir com os processos de integração na sociedade local.

De acordo com o coordenador, o levantamento sociodemográfico visou não somente à construção de um perfil, mas também à realização de ações que atendam às necessidades mais urgentes dos haitianos, como o desejo de continuarem ou iniciarem os estudos no Brasil.

A coleta de dados foi realizada por meio de reuniões semanais, as quais incluíram dinâmica de grupo, apresentação de filmes, seminários e debates. Para professor Sidney Antônio, as reuniões visaram à busca de uma maior compreensão sobre a forma como os haitianos vivenciam a experiência da migração e de que forma eles têm elaborado os processos de socialização. “A ação de extensão levantou o maior número de dados possíveis sobre esse fenômeno migratório, com o intuito principal de construir canais de diálogos entre os haitianos e a comunidade universitária, pois o fenômeno da imigração tem implicações sobre a ordem social, econômica, cultural, dentre outras, exigindo, assim, a necessidade do entendimento e da compreensão acerca da temática”, disse o coordenador.
As atividades da ACE iniciaram em setembro de 2011, com o treinamento da equipe multidisciplinar (discentes e pesquisadores) e com o mapeamento das áreas com maior presença de imigrantes haitianos. Nos meses de outubro, novembro e dezembro ocorreram as reuniões semanais e o levantamento sociodemográfico na Igreja São Geraldo, Centro Sul. As atividades da ACE tiveram como colaboradores o padre Gelmino Costa, da Pastoral do Migrante, e da doutoranda do Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura (PPGSCA), professora Márcia Maria de Oliveira.

Para ler a matéria na integra visite o Portal da UFAM: http://portal.ufam.edu.br/index.php/todas-as-noticias/2960-ace-haitianos-em-manaus

Conforme a citação:  “A paróquia de São Geraldo é referência para eles, é um ponto de encontro para quem chega a Manaus” 

No inicio de Fevereiro, membros do IRMANAR estiveram na Paróquia de São Geraldo cituada na Avenida Constantino Nery, conversamos com o Padre Gelmino e com a Dona Graça, que fazem um trabalho louvavel de recebimento e acolhimento dos Haitianos há cerca de 2 anos.


Postado por:  
   Gabriel Brito

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Parceria Ambiental: Cooperativa de Catadores Aliança

                

Hoje, este espaço será sedido para falarmos de uma das principais parcerias do Instituto Irmanar, a Cooperativa de Catadores Aliança, que atua na grande cidade de Manaus/AM.

No mundo todo são produzidas toneladas de resíduos sólidos a cada dia. No Brasil, a quantidade de resíduos gerados nos espaços urbanos e a falta de mecanismos de tratamento e disposição adequada atinge contornos gravíssimos, ocasionando a descaracterização dos recursos naturais e a diminuição da qualidade de vida das populações.

Em Manaus essa problemática não foge a regra. A cidade, em constantes transformações espaciais desde a instituição do pólo industrial no final da década de 60, sofre com a quantidade de resíduo sólido gerado e a falta de políticas públicas que contemplem a participação pública na prevenção do descarte inadequado e a limpeza da cidade.

A Cooperativa de Catadores Aliança trabalha com o intuito de auxiliar na redução do lixo urbano produzido na cidade de MANAUS/AM, pela utilização do mesmo como matéria-prima em processos fabris, disponibilizando para a população carente que não possui renda própria, uma alternativa sustentável para a obtenção de subsídios financeiros.

O trabalho desenvolvido por estes catadores tem contribuído para a inclusão do processo da reciclagem em todos os âmbitos da sociedade, atuando como alternativa para a promoção da Educação Ambiental rumo ao desenvolvimento sustentável da região.

                                                         
  
Segue abaixo a mais recente reportagem feita com a Coop. Aliança: 
 


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Afinal: De quantos planetas você precisa para viver?

Afinal: De quantos planetas você precisa para viver?

Texto escrito pelo nosso parceiro ambiental:
 Prof. José Cleonço Lucena da Costa e Silva



Já parou para pensar nisso? Quantos planetas eu preciso para viver a minha vida?
É muito comum em nossos dias ouvirmos falar sobre as questões ambientais como, por exemplo: O Efeito Estufa, Camada de Ozônio, Destruição de nossas florestas e Poluição de Rios. E tudo isso somado às tragédias naturais, oriundas dos maus tratos, impostos pelo homem ao longo dos anos. 

O mundo tem passado por grandes transformações. As informações chegam até nós de forma quase que instantânea. A Ciência tem se multiplicado. Doenças antes consideradas pela medicina como perdidas, hoje já são curadas e outras estão em fase de se encontrar a cura.

O uso excessivo dos recursos naturais, a expansão da fronteira agrícola em detrimento dos habitats naturais, a expansão urbana e industrial, tudo isso está levando muitas espécies vegetais e animais à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. Se isso continuar, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais estarão extintas dentro dos próximos 30 anos.

Continuamos a jogar o lixo na rua, desperdiçamos água tratada, compramos produtos de origem duvidosa, somos reféns do Consumismo Inconsciente, jogamos óleo de cozinha nos ralos das pias, deixamos as torneiras com vazamentos, o desperdício de alimento é muito grande, enquanto muitas pessoas sofrem por não terem o que comer.

De todos os problemas ambientais, o lixo é o mais grave, pois envolve a saúde das pessoas. O lixo que se acumula nas ruas, terrenos baldios e vielas facilita a proliferação de pragas urbanas como ratos e baratas, causadores de doenças como a leptospirose, e quando polui as águas traz as doenças parasitarias, como as diarreias infecciosas e verminoses.

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? Isso mesmo! Nossa caminhada pela terra deixa “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. Essas pegadas dizem muito sobre quem somos e como temos tratado o planeta.

A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e muitos outros dados sobre seu modo de vida. Com os seres humanos acontecem algo semelhante. Quanto mais se acelera a exploração do meio ambiente, maior é a marca que deixamos na terra.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A “Pegada Ecológica” não é uma medida exata é uma estimativa. Quero incentivar as pessoas a realizar o calculo da “Pegada Ecológica”. Para isso basta que você acesse o seguinte site: www.pegadaecologica.org.br, em seguida você responde ao questionário que tem o objetivo de identificar alguns hábitos que fazem parte do seu estilo de vida. A partir deles estimamos a quantidade de recursos naturais necessários para sustentar as suas atividades diárias. O resultado é dado em forma de planetas. Algumas pessoas precisam de três, outras de dois, mas a grande maioria chega a passar dos quatro planetas.

E para você que já fez o seu calculo e quer mudar alguns hábitos dou algumas dicas: Pontas de cigarro levam até 10 anos para se decompor. Chegou á hora de parar de fumar! Use os dois lados da folha de papel.  Plante uma árvore, elas limpam o ar e produzem oxigênio. Desligue o carro quando estiver esperando por alguém, o ar agradece e seu bolso também. Zelar pelo planeta é um estilo de vida.